seteDesejo do Autor

livro01"A megameta do Autor e da Editora do Manual Salve-se Quem Souber é que no final deste ano cerca de 50 milhões de indivíduos tenham ouvido falar do seu tremendo potencial; que cerca de 25 milhões tenham acesso ao inteiro conteúdo de suas 7 Revelações."

A Massa Humana Impensante

Aprenda Como Não Fazer Parte Dela!

 

O pensamento é fundamental no processo de aprendizagem (Jean Piaget).

A atividade de pensar confere ao ser humano "asas" para mover-se no mundo 
e "raízes" para aprofundar-se na realidade  (Autor desconhecido).

Se a paixão conduz, deixe a razão segurar as rédeas (Anônimo).

Se uma pessoa tem perseverança, sua vontade será realizada, pois onde há
uma vontade forte, há um caminho. (Provérbio chinês).

A Massa Humana Impensante e a mídia de massa têm uma relação simbiótica:
cada uma depende da outra em uma íntima colaboração.

  

Nota importante: esse texto traz apenas informações básicas. Estude! Pesquise e se aprofunde mais no assunto! Não acredite cegamente em nada que está escrito neste artigo e ao mesmo tempo esteja aberto à investigação e experimentação pessoal!

 

Ser parte da Massa Humana Impensante (MHI) é a opção para quem se preocupa com a aceitação social e deseja ser valorizado pelos outros da turma. Não quer ser descriminado por não estar na moda ou não seguir o estilo de vida adotado pela maioria. Tem pavor de se sentir desenraizado e sem importância para os semelhantes.

 

As pessoas que fazem parte da MHI (o povão, a galera) não conseguem desenvolver suas próprias opiniões. São vítimas da preguiça mental (passividade), da confusão de ideias ou de diversos tipos de lavagem cerebral. Acreditam que a melhor maneira de viver, a mais cômoda e segura, é seguir a maioria, sem questionar e sem refletir; é seguir a tradição (que passa de geração para geração), os conselhos e os ditos populares, considerados como verdades absolutas. 

 

Que mais devemos saber de importante sobre a MHI e sua opinião?

 

A -É fato consumado que a grande maioria da população mundial ainda vive restrita ao atendimento de seus instintos básicos, satisfazendo as necessidades do corpo físico: dormir, fazer sexo, procriar, comer, se vestir, consumir e evitar ser engolido pelas doenças. São humanos vivendo iguais a subumanos.

 

É também fato que as pessoas mais ansiosas e inconformadas sobre sua “situação no mundo” são as mais susceptíveis e vulneráveis às lavagens cerebrais de todos os tipos e às técnicas de comunicação de massa. O desespero e a ansiedade dessas pessoas em acreditar em algo que possa resolver seus problemas na Escola da Vida predispõem-nas a permitir tais influências em pouco tempo de exposição, quer seja na religião, quer na política, medicina e em situações corriqueiras.

 

B -Em sentido mais amplo o termo “Indivíduo Impensante” se aplica a todos que se engajam em uma organização sem usar critérios analíticos, assim seguindo cegamente uma crença ou ideologia. É alguém que se acha muito inteligente, mas é tão facilmente persuadido por lavagens cerebrais ou por bajulação de pessoas no poder, que está preparado a servir os seus fins e permitir-se de ser enganado. Neste sentido o termo pode ser aplicado a qualquer ideologia e crença.

 

É fácil subjugar o povão, bastando para tanto que se conheçam suas paixões dominantes. A turba que não pensa rege-se por sentimentos, emoções desequilibradas, preconceitos, caprichos do ego como a psicologia social já demonstrou exaustivamente. Cerca de 80% dessa galera não aprendeu a gostar de ler, portanto não domina habilidades básicas de leitura e escrita e desconhece o incontestável libertador hábito da leitura crítica.

 

C -A opinião da grande maioria da população (a generalização aqui deve ser enfatizada) — denominada de OPINIÃO PÚBLICA — é a opinião da turba que não pensa pertencente à MHI, número considerável de pessoas mentalmente preguiçosas, que priorizam o gersismo, alimentam o conformismo e a mediocridade, reagem de maneira semelhante, mais ou menos impulsiva, aos mesmos estímulos, em vez do raciocínio lógico.

 

O total de ideias, perspectivas, atitudes e preferências da MHI — denominada de cultura de massa ou cultura popular — que permeia o cotidiano da sociedade, é fortemente influenciada pela Mídia de Massa (sempre ligada ao poder econômico do capital industrial e financeiro), que aliena as pessoas da realidade e delas mesmas.

 

A grande finalidade dessa influência deletéria, baseada (1º) na distorção intencional da verdade dos fatos utilizando factoides e (2º) na utilização da publicidade que contém mensagens ocultas nos anúncios publicitários, é manipular a mente consciente e inconsciente da população, transformando o povão em consumidores inveterados que compram de modo compulsivo coisas de que não precisam. A imitação e a insatisfação são itens notáveis no consumismo da turba impensante pertencente às classes sociais mais baixas.

 

Ou seja, a Mídia de Massa cria um padrão de vida, usando técnicas de lavagem cerebral, que tende a ser seguido pela massa humana impensante que devido à baixa autoestima e ausência de senso crítico apurado, possui a tendência a imitar e ansiar as posses de pessoas de maior representação social, como celebridades uma forma de exibição do status, muitas vezes à custa de privações. A publicidade sabe muito bem que, quanto mais culta uma pessoa (cultura aqui é o oposto da ignorância) menos consumista ela tende ser. 

 

Renomados sociólogos como Thorstein Veblen, consideram o consumismo como uma forma de descriminação na sociedade moderna, onde a compra de produtos desnecessários são meios usados pela sociedade para demarcar o papel e importância de uma pessoa na mesma, descartando outros meios de identificação, como personalidade habilidades sociais.

 

D – A opinião da MHI é cuidadosamente cultivada e alimentada pelos religiosos hipócritas que trabalham para a “indústria da fé” e pelos cleptocratas no poder, que a impõem por meio de proselitismo ideológico. Com isso fazem de seu apoio um instrumento de sustentação política, o mais eficaz possível, visto que, consultada plebiscitariamente, “a galera” sanciona esses interesses escusos com votações transbordantes e ruidosas, a um passo já da unanimidade (que é, normalmente, reflexo de mediocridade).

 

E – A opinião da MHI é a resposta que a parte mais passiva da sociedade dá ao modo de ação da parte mais ativa. A passividade é consequência da perda do senso ou raciocínio crítico. Eis a explicação para a obrigatoriedade do voto em época de eleições nos países subdesenvolvidos como o Brasil, quando o povão é facilmente conduzido não raro a fazer escolhas de suprema irreflexão.

 

A passividade (que não deve ser confundida com pacifismo) é o hábito de aceitar, sem maiores questionamentos, costumes já estipulados no contexto social, limitando-se a reproduzi-los. É acreditar que tudo o que está posto é como deveria ser e nada pode ser feito para alterar. A passividade é sinônimo de apatia, desinteresse, indiferença e desânimo. Todas essas atitudes são geradores da desesperança, que, por sua vez, é a matriz do desespero.

 

O indivíduo passivo observa o mundo como se estivesse atrás de uma tela de televisão, incorporando a postura de espectador da própria vida. É a partir dessa apatia, em relação aos acontecimentos políticos, econômicos e sociais, que são feitas as lavagens cerebrais pelos interessados em manter o status quo. Com muitas promessas e poucas explicações, solapa-se do indivíduo a capacidade de pensar com clareza. Isso fragiliza 3 de seus atributos fundamentais:

 

a.    A autoestima equilibrada para reconhecer com naturalidade os acertos e erros;

 

b.    A autoconfiança para novos desafios;

 

c.    A automotivação para romper com esse quadro patológico de dominação. A automotivação é catalisadora da vontade inquebrantável.

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Uma das exigências básicas para o sucesso e o bem estar do indivíduo é ser ATIVO, no sentido do exercício produtivo de todas as suas faculdades. Contudo, uma das características mais patogênicas da nossa sociedade é a tendência para tornar o cidadão entediado e, portanto, mais passivo, privando-o da oportunidade de participação ativa na sociedade, na empresa onde trabalha e em seus empreendimentos.

 

Uma pessoa entediada é alguém infeliz, com tendência a desenvolver sintomas patológicos que trazem grandes prejuízos à vida, tais como a ansiedade, depressão, insensibilidade ou indiferença com relação aos desafios da Escola da Vida. A neofobia é o principal combustível da passividade.

 

O tédio pode ser evitado de 2 maneiras: () positivamente, sendo produtivo e útil para a sociedade; ou () negativamente, fugindo de si mesmo, refugiando-se nos muitos caminhos de fuga oferecidos pela nossa cultura de mediocridade, uma corrida frequente em busca de diversão e prazer. O consumo de diversões e entorpecentes serve para que o entediado não se dê conta de sua infelicidade. Entre todos os males da existência, há poucos tão penosos como o tédio e, em consequência, tudo se faz para evitá-lo.

 

O meio ambiente social é outro fator que contribui para a passividade, além de criar inúmeras possibilidades de desvio na rota da programação existencial (projeto ou missão de vida), pois impede a pessoa de assumir efetivamente o que pensa e sente. As padronizações são cômodas, pois normalmente as pessoas esperam respostas prontas para seus problemas ou alguém para resolvê-los em seu lugar.

 

Outra exigência básica para o bem estar e a qualidade de vida da pessoa é possuir uma vontade vigorosa e decidida, popularmente conhecida como FORÇA DE VONTADE— uma força poderosa que permite a pessoa viver com autodomínio; manter autocontrole sobre os seus sentidos; ser autossuficiente naquilo que faz e renovar a automotivação no desenvolvimento produtivo de sua existência.

 

A vontade vigorosa é a força que usamos (e precisamos) para tomar decisões difíceis, para mudar a nós mesmos, o nosso comportamento e adquirir autoconhecimento.  Quando lúcida e cosmoética, ela é capaz de catalisar a evolução pessoal e grupal, a níveis, a princípio, inimagináveis. Ela anula os efeitos de todo tipo de adversidade. A vontade vigorosa é um poder indispensável para quem pretende se tornar um Empreendedor Social bem sucedido.

 

As maiores inimigas da força de vontade são as autocorrupções. A diminuição ou supressão da vontade é uma alteração patológica chamada de abulia. Os abúlicos sofrem de crises de torpor (indiferença), desânimo, desmotivação e inércia. São membros da MHI e alvos certeiros dos lavadores de cérebros, tais como políticos cretinos, líderes religiosos hipócritas e arrivistas, empresários desonestos etc.

 

Um indivíduo decidido, com a firme disposição de seguir seu projeto de vida é
imbatível. Einstein costumava enfatizar para seus alunos que 
só existe um poder maior do que a energia atômica: a vontade decidida!

 

Sem ela não vamos a lugar algum; ficamos estáticos, presos no círculo do conformismo, do comodismo e da mediocridade, ou somos levados pela correnteza dos acontecimentos diários. Em qualquer consciência, é possível identificar 2 tipos de vontade:

 

1º - tipo: a vontade forte, decidida ou inquebrantável. Esse tipo anula os efeitos de todo tipo de adversidade.  As vicissitudes e dificuldades na Escola da Vida existem (a) para tornar os fortes de vontade mais fortes ou (b) para fazer os doentes da vontade se sentirem obrigados a empregar os próprios poderes, talentos ou potenciais cosmoeticamente. A automotivação é catalisadora da vontade inquebrantável.

 

2º - tipo: a vontade fraca ou frouxa. Com esse tipo de vontade, a tendência é protelar as decisões diárias. A responsabilidade de qualquer decisão que diz respeito à nossa vida e à nossa evolução consciencial é sempre nossa e intransferível, por mais que queiramos transferir as dificuldades ou resultados de nossas decisões e omissões (aquilo que decidimos não fazer). Evolução aqui significa a qualificação pessoal do ponto de vista dos traços forças (isto é, talentos, virtudes, capacidades), visando a ampliação das qualidades pessoais e morais da pessoa. 

 

Se sua força de vontade for fraca, leitor/leitora, seu pensamento frequentemente ficará à deriva como um barco sem leme no oceano de energia em que vivemos, e outras pessoas (gurus, líderes religiosos, políticos, familiares, aproveitadores) assumirão o controle de sua vida, pensando por você. Você então fará parte da massa humana impensante.

 

Lembre-se que na Escola da Vida ou você tem uma estratégia de vida própria ou é
parte da estratégia de alguém. Ou você agirá sob a influência dos instintos 
sem refletir e raciocinar, como os animais subumanos.

 
        Por outro lado, a presença constante de uma força de vontade forte e inquebrantável é indicação de perseverança, a virtude pela qual as outras virtudes frutificam. Não existe perseverança sem vontade vigorosa. Um empreendedor para ser bem sucedido na caótica economia do Brasil precisa desenvolver sua força de vontade, do mesmo modo que um atleta o faz com sua musculatura. Eis o que disse Ray Kroc, o norte-americano fundador da McDonald’s, sobre essa magna virtude:

 

Jamais desista de seus objetivos. Nada no mundo pode substituir a perseverança. Nem o talento, nem a inteligência ou a educação. Pessoas talentosas e malsucedidas é um tipo muito fácil de encontrar. Pessoas de gênio, que não lograram êxito nos seus empreendimentos, é notório. O mundo está repleto de fracassados bem-educados. No final quem prevalece sempre é a perseverança e a determinação da pessoa.

 

Será que é possível estimular o poder da vontade dentro de nós? Obviamente que sim. Este é um dos objetivos das Revelações do Manual Salve-se Quem Souber.

 

ATENÇÃO: Para saber quais suas chances de sucesso na sua vida pessoal e profissional, independentemente das graves ameaças que pairam no horizonte do Brasil, faça uma avaliação gratuita acessando agora o link   http://salvesequemsouber.com.br/avaliação-gratuita

 

     Dan Herman, o inconfundível e autor do revolucionário Manual Salve-se Quem Souber é estudante e praticante da seguinte sabedoria, aplicada com enorme sucesso por Barack Obama, atual presidente dos EUA:  

 

“A educação deve ser prioridade acima de todas as prioridades. É através dela que aprendemos a
viver pensando e a pensar vivendo e ter a coragem de usar seu próprio entendimento”.

 

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