seteDesejo do Autor

livro01"A megameta do Autor e da Editora do Manual Salve-se Quem Souber é que no final deste ano cerca de 50 milhões de indivíduos tenham ouvido falar do seu tremendo potencial; que cerca de 25 milhões tenham acesso ao inteiro conteúdo de suas 7 Revelações."

           Cultura de Qualidade versus Cultura de Mediocridade

Transformar o país caótico que temos no Brasil que queremos exige conhecimento, 
comprometimento e empenho da maioria dos cidadãos.
 

 

         Nota importante: esse texto traz apenas informações básicas. Estude! Pesquise e se aprofunde mais no assunto! Não acredite cegamente em nada que está escrito neste artigo e ao mesmo tempo esteja aberto à investigação e experimentação pessoal!

 
        Este artigo foi escrito especialmente para Empreendedores Sociais e para a Geração Muda Brasil. Seu objetivo é inocular a cultura da qualidade no âmago desses indivíduos e demonstrar sua importância a todos os leitores e leitoras como um meio de efetivar a participação da sociedade na solução dos seus graves problemas. 
 
 

           Por inocular a cultura da qualidade, por exemplo, na educação, entende-se como um esforço global em busca da excelência, onde todos os envolvidos — pais, professores, alunos, auxiliares e gestores — serão “parceiros” de uma mesma empreitada, sabendo que a omissão de quem quer que seja afetará o trabalho de todos. 
         
         Exemplifiquei a escola porque é a educação escolar de qualidade que deve ser prioridade acima de todas as outras prioridades. É na boa educação escolar para nossas crianças e adolescentes que assenta o grande segredo da libertação do Brasil. Ela é o principal instrumento de formação da CIDADANIA.

    Nota Importante: Para mais detalhes sobre a grande importância da cidadania leia o artigo “O Governo que Todos Queremos!” em Tópicos Recentes no link  http://salvesequemsouber.com.br 

        Pensar na escola de qualidade é trabalhar pela riqueza do país, pelo seu desenvolvimento econômico e social, pela sua paz e, sobretudo, pela JUSTIÇA SOCIAL, pois não há paz sem ela. Nunca houve e nunca haverá.

         Contudo, o conceito de qualidade se aplica a todos os setores da sociedade e é o único caminho para a sobrevivência digna e o sucesso relativo em qualquer empreendimento humano nesta Era da Informação (ou Desinformação), ou melhor, a Era do Salve-se Quem Souber!
         
          A cultura é o conjunto de características humanas que não são inatas, e que se criam e se preservam ou aprimoram por meio da comunicação e cooperação entre indivíduos em sociedade. É o estado de desenvolvimento social de um grupo, um povo, uma nação, que resulta do aprimoramento de seus valores, instituições, criações etc. (Definição do Novo Dicionário Aurélio, 2ª edição).

        A cultura se expressa na forma como as coisas são executadas no cotidiano e revela a força ou fraqueza de uma sociedade. Ela envolve os valores e princípios de suas instituições (família, escola, igreja, tribunais, Congresso, empresas etc.), bem como sua capacidade de adaptar-se às novas mudanças que ocorrem no planeta.

       A cultura se refere ao estilo de vida em geral de um povo. A formação de uma cultura envolve aspectos profundos, e uma mudança cultural duradoura exige mudanças integradas em todas as instituições sociais. De acordo com a Lei das Mudanças Constantes (analisada na lição 11, 5ª Revelação do Manual Salve-se Quem Souber), nenhuma cultura é estática, todas mudam com o tempo, se reformulam a partir de desafios, pressões ou lutas internas. 

 Cultura de Mediocridade 

      Uma sociedade que possui as 10 características seguintes tem uma cultura de mediocridade:

1) A corrupção é tolerada ou até desejada e o dia seguinte sempre fica um pouco pior do que o dia anterior;

2) O estudo e a educação, assim como o trabalho produtivo são considerados como atividades não prazerosas e até desagradáveis;

3) O trabalho infantil é naturalmente aceito como pretexto para a melhoria da renda familiar ou como contraposição ao ócio e à marginalização;

4) Técnicos e jogadores de futebol profissionais, que, na sua grande maioria, são analfabetos, semianalfabetos ou possuem baixo grau de escolaridade, ganham salários astronômicos e são tratados como deuses, enquanto os abnegados professores ganham salário de fome e são tratados indignamente como se costuma tratar os cachorros vira-latas;

5) A poupança e os investimentos produtivos são ações desprestigiadas;

6) Os méritos ou o esforço de cada cidadão valem pouco em comparação com as amizades ou a origem familiar, o famigerado QI (Quem Indica);

7) Recompensa-se com mais frequência os sinais externos do mérito do que o próprio mérito;

8) Se aceita como algo irremediável que todas as pessoas tendam ao mal; que a mentira e a desonestidade sejam formas de subsistência; que tirar proveito dos outros seja a única maneira de que eles não se aproveitem de nós; que a ironia malévola se anteponha à sinceridade, e a falsidade seja valorizada em detrimento da autenticidade;

 9) Se aceita a ideia de que tudo é permitido, que não há princípio moral válido, e que o oportunismo é o único princípio diretor da vida;

10) Se transfere para políticos, burocratas e autoridades religiosas a responsabilidade pelos problemas sociais, pessoais e familiares.

       Se Você, leitor/ leitora está pensando na cultura brasileira, acertou na mosca! A nossa cultura é de mediocridade e imediatista (cuida-se somente do que dá vantagens imediatas) e as causas matrizes são várias. Uma delas é a nossa colonização.
      Enquanto os religiosos puritanos imigraram para os EUA para criar um “paraíso”, isto é, uma sociedade mais justa do que a europeia, os colonizadores portugueses vieram para o Brasil para saquear o paraíso tropical.

    Ainda estamos colhendo na atualidade, o que foi plantado ao longo de 300 anos de colonização e escravidão. E agora a rapinagem é feita por brasileiros — criminosos de terno e gravata, políticos e empresários que fazem parte da CLEPTOCRACIA que se apoderou do Estado brasileiro.

     Nota Importante: Para mais detalhes sobre esta desgraça nacional, leia minha análise “Brasil: Democracia ou Cleptocracia?”em Tópicos Recentes de  https://www.salvesequemsouber.com.br  

Cultura de Qualidade 

        A sociedade que possui valores e hábitos que enaltecem o trabalho produtivo (e não a prática de esportes ou jogos de loteria) e o esforço individual (e não as relações de amizade ou de parentesco), que valoriza a educação e que não admite a corrupção, o mau uso do dinheiro público e as ideias de enriquecer sem esforço — é uma sociedade que possui uma cultura de qualidade.

       Está claro, assim, que a cultura de qualidade não é um acidente: ela é sempre o resultado de esforço inteligente da população. É fruto da vontade indômita de cada cidadão produzir algo superior. Ela só chega pela via da tolerância zero diante da corrupção, da incompetência, da imperfeição e da impunidade. Ela exige investimento em tempo, dinheiro e educação.

     Mas vale a pena todo e qualquer esforço nesse sentido, pois as consequências de uma cultura da mediocridade para o indivíduo e a sociedade são trágicas e os custos incalculáveis. Os indivíduos se ajustam a esse tipo de cultura repleta de desconfiança e hostilidade mútuas, tornando-se fracos de caráter (que se deixa levar pelos outros, dominar pelos maus exemplos), alienados, improdutivos e incompetentes.

    A história dos países subdesenvolvidos (especialmente a do Brasil, o Paraíso Tropical, que lentamente está se transformando no Inferno Latinoamericano) demonstra isso concretamente. Estamos constantemente correndo atrás do prejuízo e refazendo as coisas malfeitas.

    Já nos países do Primeiro Mundo, onde não se tolera a mediocridade, a impunidade e a incompetência, a regra de proceder adotada pela quase totalidade da população é:          

Tudo que vale a pena ser feito, deve ser bem feito. A coisa certa deve ser feita 

corretamente desde a primeira vez, e melhor na seguinte. 

    Esta é umas das chaves para o sucesso duradouro em qualquer atividade humana. Esse preceito precioso deveria ser parte de nossas vidas, pois nos identifica com a Natureza, que é perfeita. Essa é uma prescrição que pode transformar uma cultura de mediocridade em uma de cultura de qualidade em três décadas. Eis a razão pela qual foi adotada pelo governo japonês na década de 50 com imenso sucesso.
   
   Pode-se afirmar que uma pessoa possui uma cultura de qualidade quando compreende sua origem e seu destino, que é a autossuperação de suas deficiências e imaturidades. Essa compreensão do sentido e finalidade da vida humana faz nascer nela a vontade inquebrantável de adquirir autoconhecimento e de eliminar o egoísmo, a ignorância, a mediocridade, a incompetência e o autoengano nos seus empreendimentos.

    É paradoxal, mas a qualidade tornou-se critério universal no ambiente competitivo da atualidade, estimulado pelo capitalismo selvagem, pois ela possibilita fazer mais com menos, e melhor. A cultura de qualidade é a verdadeira medida da qualidade de vida e da capacidade de realização dos objetivos magnos (projeto de vida) da pessoa. 

Como Mudar a Cultura de Uma Nação 

      Lembre-se sempre! As mudanças culturais são muito difíceis de realizar (embora não impossíveis), algo que poucas nações conseguiram. Quando isso ocorreu foi um processo que levou várias décadas. Foi o que aconteceu com o Japão, a Alemanha, a Singapura e a Coréia do Sul. Primeiro, é forçoso semear e, depois, colher.
     
     Não são os conceitos nem as leis que produzem uma cultura de qualidade, mas a atitude dos líderes (políticos e empresariais) e da grande maioria das pessoas de uma sociedade. Marco Aurélio, imperador e filósofo romano, gostava de enfatizar o seguinte para seus discípulos:
 

O indivíduo comum é exigente com os outros.

O indivíduo superior é exigente consigo mesmo”. 

       É essa atitude individual que determina a qualidade dos resultados globais. A “atitude de alguém” é determinada pelo seu paradigma pessoal — o sistema de valores e ideias (suas crenças) que a pessoa tem com relação à vida. Mudar de atitude implica mudança de hábitos que compõem o próprio estilo de vida atual e isso esbarra em resistências.
   
    Essas crenças criam os modelos mentais do indivíduo — a maneira de ver a si e o mundo e de relacionar-se com ele, caracterizando a base do seu comportamento. Torna-se óbvio, após essa análise, que, se desejamos fazer pequenas mudanças em nossas vidas, precisamos somente concentrar-nos em mudar nossas atitudes e comportamentos.

   Mas, se o nosso objetivo for realmente fazer mudanças significantes na nossa cultura, nosso foco deve ser nosso paradigma pessoal — o modelo de referência que usamos para nos orientar neste planeta-escola-hospital. Uma maneira simples de entender o que é o paradigma pessoal é compará-lo a um mapa que se usa para explorar e interpretar a vida. Toda pessoa tem na cabeça um mapa que pode ser enquadrado em duas categorias:


A) O mapa que ela usa para viver e acredita ser a “coisa certa”.

B) O mapa que ela usa para mostrar a si mesma as “coisas erradas” que ela não aceita para si e também para as outras pessoas.

 

    São tomadas de posição sobre o que é considerado bom ou mal, desejável ou condenável, normal ou anormal. Essa tendência ao julgamento que está presente na maior parte das pessoas é uma das causas matrizes mais comuns da dificuldade de relacionamento, de escutar e ajudar o outro.
   
    O paradigma pessoal pode atuar como elemento limitador do pensamento livre e da busca criativa, impedindo o estudo de fenômenos e experiências que vão além da dimensão física. É na validade desse modelo que repousam nossa saúde mental e nossa felicidade.

    Daí a importância de conhecer o modelo de referência que está orientando nossas experiências neste planeta-escola-hospital. Você sabe leitor/leitora qual é o seu? Você se considera uma pessoa normal, anormal ou excepcional? Adaptável às circunstâncias ou inflexível?

    Você concorda que as pessoas medíocres geralmente não valorizam a qualidade? É você adepto da qualidade ou da mediocridade? Descubra fazendo uma avaliação gratuita acessando agora clique aqui. 

CONCLUSÃO 

As pessoas sempre põem aculpanas circunstâncias por serem quem são.
Não acredito em circunstância: os indivíduos desucesso são aqueles que saem e
procuram as condições que desejam; e, se não as encontram, criam-nas.
(George Bernard Shaw).

    Este artigo destaca 2 grandes aspectos culturais que diz respeito ao comportamento da população de uma comunidade ou um país:


    1 -   A qualidade (conduz ao sucesso e à prosperidade) – representa virtudes tais como, comprometimento, inteligência, criatividade, proatividade, confiabilidade, veracidade, honestidade, pontualidade, sensibilidade, integridade, lealdade, responsabilidade, sinceridade, solidariedade, motivação, visão, dedicação, superação, coerência, convicção, coragem, entusiasmo, orgulho, persistência, eficiência, competência, esforço integrado, liderança, respeito ao próximo e desafio,

  2 -  A mediocridade (conduz ao fracasso e à estagnação) – está relacionada à frustração, apatia, humilhação, usurpação, tensão, ineficiência, passividade, ao medo, estresse, desperdício e às inúmeras doenças culturais do Brasil, tais como: a esperteza desonesta, a transferência de responsabilidade, baixa autoestima, politicagem, extorsão, o imediatismo, fisiologismo, suborno, nepotismo, conformismo etc.

            Eis o que diz sabiamente o professor-escritor Ênio Resende, atento observador e estudioso da realidade brasileira:

 

          “O Brasil está seriamente doente. Diagnostico cruel, mas infelizmente realista. Nossa sociedade está debilitada e são as doenças culturais a causa de suas crises. Algumas dessas doenças são resultantes de transformação de traços peculiares de brasileiros, em deformações de comportamentos, tornados verdadeiros males sociais.

      A simpática malandragem virou esperteza generalizada; a índole pacifica e cordial virou apatia e conformismo; a piada criativa virou o riso da própria desgraça e infortúnio. Transformar a apatia e o conformismo em exercício efetivo de cidadania individual e grupal constitui tarefa urgente para educadores.

    Somente assim a sociedade brasileira resolverá seus problemas mais fundamentais, e promoverá as mudanças necessárias na economia, na política, na educação e no comportamento social. "

 

       MENSAGEM FINAL: Esse texto faz parte da contribuição de Dan Herman em prol do esclarecimento da Geração Muda Brasil. Aprovamos e publicamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões de modo construtivo. Se você gostou desse artigo indique-o para outros de sua estima. Cadastre-se no nosso site e receba informação privilegiada de grande valor. Encontre-me no Facebook: https:/www.facebook.com/danherman

 

 

            Dan Herman, o inconfundível e autor do revolucionário Manual Salve-se Quem Souber é estudante e praticante da seguinte doutrina:   

"Tudo que vale a pena ser feito, deve ser bem feito.
A coisa certa deve ser feita corretamente desde a primeira vez, e melhor na seguinte."
 

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