seteDesejo do Autor

livro01"A megameta do Autor e da Editora do Manual Salve-se Quem Souber é que no final deste ano cerca de 50 milhões de indivíduos tenham ouvido falar do seu tremendo potencial; que cerca de 25 milhões tenham acesso ao inteiro conteúdo de suas 7 Revelações."

COSMOÉTICA -
É a Filosofia Moral da Conscienciologia, que a define como “moral cósmica” e “ética universal”   

 Quem almeja maximizar todas as potencialidades nessa existência
é imprescindível o investimento na cosmoética.

 

   Nota importante: esse texto traz apenas informações básicas. Estude! Pesquise e se aprofunde mais no assunto! Não acredite cegamente em nada que está escrito neste artigo e ao mesmo tempo esteja aberto à investigação e experimentação pessoal! 

 

   Seu conteúdo é indicado a todas as pessoas interessadas no verdadeiro sucesso (ou seja, o sucesso cosmoético) a partir do aprimoramento e qualificação pessoal do ponto de vista dos traços forças (isto é, talentos, virtudes, capacidades), sem se render ao desânimo, ao estresse, à ansiedade ou qualquer tipo de pressão. Cabe aqui relembrar nossa definição de verdadeiro sucesso:

O verdadeiro sucesso éfazer o que lhe deixa entusiasmado e empolgado (ou seja, fazer
o que lhe atrai, absorve e ocupa irresistível e incansavelmente sua atenção),
quando e onde você deseja, com as pessoas da sua escolha, com saúde,
sem estresse, sem problemas financeiros e, sempre que possível,
ajudando aos outros indivíduos a realizarem os seus sonhos.

   

      O sucesso cosmoético, por sua vez, é aquele que é durável e não deixa rastros negativos ao longo do caminho. Este é o sucesso que, antes de tudo, é sinônimo de bem estar e qualidade de vida — dois sinais indicadores que demonstram que o indivíduo está sintonizado com seu propósito de vida. Tornar-se bem sucedido sem deixar rastros negativos ao longo do caminho liberta o indivíduo das interprisões grupocármicas (dividas evolutivas cerceadoras da liberdade) e contribui para o desenvolvimento e a prosperidade de todos os envolvidos.

     A cosmoética é o conjunto de valores que regulamentam a conduta da pessoa em todas as dimensões em que ela se manifesta. Ela nasce, em primeira instância, no microuniverso da própria pessoa (no âmago do seu ser), onde estão gravadas suas leis. Você sabia leitor/ leitora, que todo ser humano é um microcosmo, e como tal, as Leis Cósmicas nele atuam como o fazem na natureza?

    Enquanto em seu sentido abrangente o termo "ética" implica um exame dos hábitos da espécie humana e do seu caráter em geral, e envolve até mesmo uma descrição ou história dos hábitos humanos em sociedades específicas e em diferentes épocas, a cosmoética se fundamenta na obediência às imutáveis Leis Cósmicas Universais, validas para todas as consciências que habitam em qualquer espaço, próximas ou distantes de nós e em qualquer dimensão do Universo multidimensional. A consciência sou eu, é você e todos os seres pensantes do Universo.

    O processo de aprendizagem e obediência a estas leis universais leva-nos a conhecer o princípio original que rege o acontecimento de todas as coisas.  Eis quatro exemplos de Leis Cósmicas Universais: a Lei da Gravidade, Lei das Mudanças Constantes (ou da Transformação Contínua), Lei da Seriação Existencial da Consciência (ou Lei da Reencarnação), Lei dos Princípios Complementares (ou da Dualidade Yin/Yang).

     O equilíbrio entre os fenômenos do Universo Infinito e a harmonia das leis que regem esses fenômenos (Leis Cósmicas) é mantido pela Ordem do Universo, uma força agregadora, de natureza desconhecida no nosso atual nível evolutivo. Que são as Leis Cósmicas senão o permanente por trás do transitório? Pode o maravilhoso elemento da finalidade e da adaptação presente na natureza e na vida, ser explicado pelo puro acaso? Poderemos compreendê-lo se nos firmarmos numa visão materialista, mecanicista (ou fisicalista) da realidade?

    A denominação Ordem do Universo é puramente didática e não tem conotação com qualquer religião, pois é irrelevante no nosso atual nível evolutivo especular sobre a natureza dessa causa. Contudo, não existe nada mais próximo, nem mais distante, mais oculto e visível do que a Ordem do Universo, cujas Leis Cósmicas estão no comportamento da água, da madeira, do fogo, do vento, das plantas, dos animais, rios, mares, minerais, astros e de todos os seres que constituem o universo infinito.

  É o comportamento inadequado dos seres humanos perante as Leis Cósmicas que cria matrizes de sofrimento retificador. Tais leis são inescritas, muito mais eficazes do que as leis humanas e mais severas e abrangentes do que se supõe. Não existem fórmulas mágicas ou processos miraculosos que freiem ou derroguem a execução dessas leis, às quais estamos todos, sem exceção, inexoravelmente sujeitos. Contudo, apresentam um conjunto de relações claro e lúcido que, uma vez conhecido, responde a qualquer indagação inteligente.

  A harmonia universal não admite ser ultrapassada, ignorada ou contornada. Aquele que erra torna-se escravo do erro até o dia da inevitável reparação. Somos todos iguais perante as Leis Cósmicas, porém não somos idênticos em nossos níveis evolutivos. Há comandantes e comandados, líderes e seguidores, sábios e ignorantes.

   Se a infração das Leis Cósmicas não é compensada no decurso da existência em que foi cometida, transborda para as seguintes como dívidas pessoais ativas, compromissos a saldar. Isso não é misticismo ou pregação religiosa, e sim um princípio natural, que, quando for devidamente compreendido, com racionalidade, por uma quantidade mínima de pessoas (massa crítica) necessária para sustentar uma reação em cadeia, mudará o rumo atual da Humanidade. As reais e tangíveis transformações culturais e sociais só se iniciam dessa maneira. 

   As Leis Cósmicas se aplicam também a uma família, a uma comunidade e a toda a sociedade, haja vista serem todos esses grupos formados por seres humanos que se relacionam. Se uma família (ou comunidade ou sociedade) é conivente ou omissa e se beneficia com a infração das Leis Cósmicas por parte de alguns de seus membros influentes e/ou poderosos, toda ela sofrerá sérias consequências, mais tarde ou mais cedo.

   Os omissos que se preparem para ser responsabilizados pelo silêncio do conhecimento. A omissão, frequentemente é um comportamento EGOÍSTA e estagnador da evolução da pessoa.  É um comportamento muito comum na nossa sociedade e deve ser combatido com base no seguinte esclarecimento:

     A omissão é o ato ou efeito de não se fazer o que moral ou juridicamente se deveria fazer, e do qual resulta, ou pode resultar, prejuízo para terceiros ou para a sociedade. Não esqueçamos que omitir o óbvio, é enganar a si mesmo e que a omissão implica sempre uma ação e uma decisão. Frequentemente, é o que deixamos de fazer que nos coloca em apuros. A não ação dos justos e íntegros sempre contribuiu para a ação dos canalhas e malfeitores. A única coisa necessária para os maus triunfarem é que os bons nada façam.

     A resignação e a cumplicidade são os dois lados da mesma moeda. Quando você e eu nos resignamos, nós aderimos àquilo que foi feito. Tolerar as pessoas más (corruptas, desonestas, incompetentes com iniciativa empreendedora, gananciosas etc.) é tornar-se parceiro delas, pelo menos por omissão, por abandono, e isso já é um tipo mascarado de EGOÍSMO.

    Às vezes, a causa da omissão decorre do medo de expor um traço deficiente da personalidade que se quer manter escondido. A preocupação está em resguardar a própria imagem, não se importando se isso irá prejudicar os outros. Outras vezes, a matriz da omissão é o comodismo. É importante enfatizar o aspecto mais trágico da omissão (a mal-intencionada) — aquela em que o indivíduo detém a informação e não revela, esperando que as consequências dos fatos lhe tragam vantagens de qualquer tipo.

      É uma conduta doentia, antievolutiva e anticosmoética. Vamos fundamentar isso com dois exemplos esclarecedores: os EUA e o Brasil. Uma grande parte da nação norte americana da pós-Segunda Grande Guerra fingiu que não viu ou encobriu as barbaridades cometidas pelos seus governantes jingoístas contra povos indefesos do Terceiro Mundo durante o período denominado de Guerra Fria, e hoje sente na pele o que sentiram os romanos durante a queda do seu império. Apesar das aparências enganosas, os EUA é um império decadente em todos os sentidos!

     O mesmo pode-se dizer da nação brasileira, que por mais de três séculos beneficiou-se com o regime de escravidão, que hoje está na raiz das injustiças, da violência e intranquilidade que oprimem a grande maioria da população. O Brasil até hoje não se recuperou da formação e exploração escravocrata. Ainda consideramos o trabalho manual como símbolo do castigo e tarefa de inferiores, desvalorizado no mercado de trabalho. Enquanto isso, o Paraíso Tropical continua lenta e inexoravelmente se transformando no Inferno Latinoamericano!

      Embora o conceito de Cosmoética se mantenha distante do comportamento humano, é possível identificar características relacionadas a essa Ética Universal, tais como: esperança, individualidade, fraternidade, assistencialidade, grupalidade, altruísmo e amor incondicional. A cosmoética não é cosmética, é sinceridade, integridade, honestidade, dignidade.

    Um hábito a favor da cosmoética plena é ter atenção contínua quanto às próprias emoções, pensamentos e atos diários. Entretanto, esse estado de lucidez permanente é bem diferente de rigidez ou alienação. Estar vigilante é um modo de manutenção do discernimento sem qualquer pressão ou autocensura constante. Eis 10 exemplos de vivência da Cosmoética prática, fácil de entender, mas difícil de encontrar no comportamento das pessoas:  

1)     Na hora da decisão, afastar os apelos do egoísmo pessoal, o que implica respeitar os direitos das outras pessoas;

2)     Ser sincero e leal nos tratos com as pessoas; No relacionamento conjugal ter sinceridade absoluta, sem autocorrupções;

3)    Eliminar as autocorrupções em relação aos colegas de trabalho. Isso implica, entre outras coisas, ser honesto, não dando como sabido o que se ignora, o respeito às evidências e a disposição de não facilitar as coisas para si mesmo;

4)    Estar frequentemente se questionando: quais as consequências cosmoéticas de minhas ações? O que estou fazendo a essa pessoa eu gostaria que fosse feito a mim mesmo?

5)    Respeitar a liberdade de ir e vir, de pensamento, de expressão e de crença religiosa das pessoas;

6)    Eliminar a lei do menor esforço quando aplicada em condições prejudiciais a outras pessoas;

7)    Eliminar toda e qualquer atitude intolerante, intransigente, preconceituosa, discriminadora e antiuniversalista, limitante da liberdade de ação de outras pessoas;

8)    Quando transgredimos as leis que mantêm a Ordem do Universo (a fonte, a dinâmica e a força motriz por trás de tudo que existe), estamos sendo anticosmoéticos e criando um compromisso futuro (carma), que deve ser obrigatoriamente saldado;

9)    Pela cosmoética inexiste impunidade. Ninguém engana a cosmoética. Os ressarcimentos inevitáveis podem aparentemente demorar milênios, mas chegam sempre.

10)  Pela cosmoética se você está envolvido, direta ou indiretamente, com a divulgação, fabricação ou venda de armamentos, cigarros, bebidas alcoólicas, drogas, com a organização e/ou participação de safáris ou qualquer tipo de negócio comprovadamente prejudicial à natureza e à saúde e à vida dos animais racionais ou irracionais — você está descomprometido com a melhoria da qualidade de vida no planeta, ou seja, você está agindo de maneira anticosmoética.

    O item 9 acima nos remete ao seguinte importante lembrete de Jerry B. Harvey, escritor norte-americano: Jamais se esqueça de que toda vez que lhe apunhalam pelas costas, suas digitais estão na faca! Ninguém está livre de ser vítima das próprias obras.

   Os 10 exemplos acima deixam claro que a Cosmoética vivenciada refere-se à vivência do universalismo no cotidiano. Universalismo é a antítese de egocentrismo e sectarismo, discriminação, segregação e muitos outros conceitos semelhantes, que indicam a separação das pessoas em grupos isolados ou privilégios de certos grupos. Vejamos um exemplo conhecido.

    A globalização do capitalismo ou a Globalcolonização, como é popularmente conhecida, é um processo criado pelos banqueiros e fundos de investimentos com o intuito de concentrar o poder econômico nas mãos de poucos. Essa Globalcolonização baseia-se no princípio de que ganhar dinheiro deve ter precedência sobre todos os outros valores. Com isso, criam-se grandes exércitos de excluídos e se degrada a vida no planeta, tanto no sentido social quanto no sentido ecológico. É, portanto, um processo totalmente anticosmoético.

   Eis 3 exemplos de condições sadias para exercitar a cosmoética:

A.   Economia de males: se tiverem que acontecer dois males, que aconteça o menos pior ou o menos prejudicial aos envolvidos;

B.   Economia de bens: mais vale UMA experiência prática vivenciada do que CEM teorias brilhantes;

C.   Economia de recursos: quando um médico de plantão vai atender diversos pacientes na UTI, ele deve concentrar seus esforços no que tem melhores chances de viver.

  Devido a natureza da finalidade da vida humana, não é possível ao indivíduo cosmoético viver sem estar permanentemente exposto à transgressão da cosmoética. Quanto maior o seu entendimento, maior será o nível de responsabilidade em relação à assistencialidade (ou amparalidade) — um princípio evolutivo a ser descoberto e utilizado.

 

Quanto mais cedo as pessoas esclarecidas despertarem e se disponibilizarem para assistir
às demais, melhor será o desempenho pessoal e maiores os benefícios obtidos quanto
à aceleração e qualidade da evolução da humanidade

  

   Uma das mais eficientes maneiras de ajudar o próximo a livrar-se da ignorância é procurar retribuir tudo aquilo que de bom recebemos, doando de volta o resultado da experiência pessoal adquirida ao longo do aprendizado na Escola da Vida. Ela será agora aproveitada com sucesso, de forma profilática ou terapêutica para o bem de outros menos experientes. Cabe aqui lembrar o seguinte provérbio chinês:  

Se você quiser ser feliz por uma hora, tire uma soneca.

Se quiser ser feliz por um dia, vá se divertir.

Se quiser ser feliz por um mês, case-se.

Se quiser ser feliz por um ano, herde uma fortuna ou ganhe na loteria.
Mas, se quiser ser feliz pela vida inteira, ajude o próximo a livrar-se da ignorância. 

    Quanto mais a pessoa trabalha cosmoeticamente, saindo dos interesses egoístas em favor da assistencialidade às outras consciências, mais se amplia o universo da sua proéxis (seu projeto, propósito ou missão de vida). O êxito no cumprimento desse projeto ou propósito depende diretamente da produtividade consciencial, isto é, da qualidade ou estado de ser útil às outras consciências. 

    Atenção: para mais detalhes sobre a importância da PROÉXIS leia o artigo “A Missão ou o Propósito de Vida” em Tópicos Recentes de www.salvesequemsouber.com.br 

   A cosmoética não pode ser baseada num conjunto de normas ou regras, como se fossem os 10 mandamentos, porque a cosmoética é aplicada num nível individual. Não se pode exigir de uma pessoa ignorante, o mesmo nível de conduta cosmoética de uma pessoa esclarecida. Vejamos um exemplo esclarecedor: 

    Um selvagem na floresta mata animais porque isso faz parte de sua sobrevivência, não existe nada de anticosmoético na sua ação. Mas, se uma pessoa educada que já superou o estado ou condição de selvageria vai para a África participar de safáris, isso é completamente anticosmoético. Externamente parece ser a mesma coisa, seres humanos matando animais. Mas uma condição é completamente diferente da outra. 

    O que é cosmoético para uma pessoa imatura e ignorante pode não ser para outra esclarecida. Algo que alguém faz hoje, por ignorância, não é anticosmoético. Mas futuramente, depois de ter lido, refletido e aprendido o conteúdo deste artigo, se torna anticosmoético. 

    Somente um pequeno percentual de nossos erros é intencional. Esses erros “honestos” fazem parte da autoevolução, e não comprometem nossa cosmoética. Eles são justamente uma indicação de nossa imaturidade, do nível máximo da nossa compreensão daquele momento. Eis uma das razões para estarmos aqui na Escola da Vida: superar nossas imaturidades e defeitos! Contudo, errar intencionalmente chama-se AUTOCORRUPÇÃO e isso torna o indivíduo escravo do erro até o dia da inevitável reparação, de acordo com a Lei de Causalidade, como explicado acima. 

    A cosmoética, um determinismo lógico da evolução da consciência, nasce a partir desse respeito pelas diferenças entre os seres humanos. Quem aproveita cosmoeticamente esta vida atual, será bem admitida na próxima em condições melhores. Uma consequência natural da Lei de Causa e Efeito. Evolução aqui no contexto deste artigo (é importante enfatizar) significa a qualificação pessoal do ponto de vista dos traços forças (isto é, talentos, virtudes, capacidades), visando a ampliação das qualidades pessoais e morais da pessoa. 

    Uma pessoa que tem comportamento cosmoético e busca priorizar sua evolução está constantemente se esforçando para adquirir bons hábitos, tais como os 7 seguintes: 

1)    A melhor forma de aplicar a cosmoética no cotidiano é viver sem AUTOCORRUPÇÕES — a repetição consciente de atos desonestos e imaturos prejudiciais a autoevolução. É o franco descaso por tudo aquilo que exige esforço para a renovação de atitudes egocêntricas das quais a pessoa não quer se livrar por negligência, comodismo, covardia e irresponsabilidade; 

2)    Assumir os próprios defeitos e corrigi-los o mais rápido possível; 

3)    Ajudar as outras pessoas desinteressadamente em vez de se rivalizar com elas; 

4)    Adquirir práticas saudáveis no dia a dia (leitura de bons livros, lazer, atividade física, conversas positivas, meditação, reflexão introspectiva etc.) e abandonar os vícios (cigarro, bebidas, drogas, sexo disfuncional, maledicência, fofoca, críticas destrutivas, alimentação prejudicial à saúde etc.); 

5)   Aprender coisas novas e a refletir sobre a arte de viver dignamente livre de lavagens cerebrais, isto é, viver sem se deixar manipular e sem manipular os demais; 

6)  Superar a necessidade da crença religiosa cristalizadora e se concentrar na construção crítica do autoconhecimento, o mais importante de todos os conhecimentos; 

7)    Tornar-se o comandante de sua própria vida: isso significa que é a própria pessoa quem decide se sua vida será boa ou ruim, vitoriosa ou malsucedida, feliz ou desditosa, justa ou injusta. Esta habilidade é chamada de assertividade. 

    Decidir viver agindo cosmoeticamente ou não é decidir se vai viver uma vida contribuindo para a solução ou o agravamento dos terríveis problemas que afligem nosso maravilhoso Paraíso Tropical, que está lentamente se transformando no inferno latinoamericano, graças ao comportamento anticosmoético da grande maioria (cerca de 80%) da população brasileira. 

    Atenção: para entender de fato a afirmação do item nº. 7 acima, leia atentamente o artigo intitulado 7 Práticas que Levam o Povo Brasileiro a se Afundar na Própria Merda - disponibilizado em Tópicos Recentes do site https://www.salvesequemsouber.com.br

   MENSAGEM FINAL: Esse texto faz parte da contribuição de Dan Herman em prol do esclarecimento da Geração Muda Brasil. Vale a pena ressaltar que todos os atos cosmoéticos da pessoa são altruístas em sua essência, em suas causas ou em seus efeitos, o que significa que não são atos que visam interesses pessoais e mesquinhos  exigidos pelas circunstâncias atuais.  


     Dan Herman, o inconfundível e autor do revolucionário Manual Salve-se Quem Souber (MSQS) é estudante questionador do seguinte ensinamento equivocado de psicólogos e psiquiatras materialistas e céticos radicais: 

Como minhas ações anticosmoéticas podem ser escolhas pelas quais sou responsável se elas são 

(de acordo com a ciência materialista) inteiramente causadas por meus genes, 

pelo modo como me educam e por meu estado cerebral? 

    As lições do MSQS cobrem a área pessoal como profissional e são simples o suficiente para qualquer um de nós escolarizado compreendê-lo e ser capaz de enriquecer nossas vidas ao mesmo tempo. Para mais detalhes acesse agora  https://www.salvesequemsouber.com.br