seteDesejo do Autor

livro01"A megameta do Autor e da Editora do Manual Salve-se Quem Souber é que no final deste ano cerca de 50 milhões de indivíduos tenham ouvido falar do seu tremendo potencial; que cerca de 25 milhões tenham acesso ao inteiro conteúdo de suas 7 Revelações."

Importância da Priorização e da Utilização Racional do Tempo
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(VOCÊ SABE COMO SE PROTEGER DO INFANTILISMO PSICOLÓGICO?)   
 

Quanto mais informações interessantes, 

maior o cuidado em priorizar dados.
        Priorizar é autocoerência.

 

  Nota importante: esse texto traz apenas informações básicas. Estude! Pesquise e se aprofunde mais no assunto! Não acredite cegamente em nada que está escrito neste artigo e ao mesmo tempo esteja aberto à investigação e experimentação pessoal! 

 

  Nota: o objetivo principal desse artigo é esclarecer leitores/leitoras, estimulando a autorreflexão, a autopesquisa (autoanálise) e o autoconhecimento, o mais importante de todos os conhecimentos. A capacidade de priorização e utilização racional do tempo está associada ao empreendedorismo e à realização do projeto de vida. 

  A priorização é a precedência dada a algo ou alguém, em dedicação, importância ou atendimento. É a habilidade de escolher entre várias possibilidades aquela que deve ser a primeira. Esse critério de escolha tem que estar vinculado à utilidade, sem ser anticosmoético. 

  A cosmoética ou moral cósmica (analisada em outro artigo do site www.salvesequemsouber.com.br) é a ética universal, muito mais abrangente e severa do que a moral contida nos códigos que tendem a regulamentar a conduta das pessoas.

  Eis 7 detalhes importantes sobre o Princípio da Priorização que devem ser frequentemente lembrados por quem deseja ser bem sucedido nos seus empreendimentos na Escola da Vida, seja como empregado patrão ou empreendedor:

1    Se algo não é convergente com o propósito de vida da pessoa não é prioritário.

2    A priorização deve ser baseada na lógica e racionalidade e não nas emoções. Quem prioriza pelas emoções e entusiasmos, costuma errar mais, não sendo capaz de aplicar juízo crítico razoável nos momentos evolutivos relevantes.

3    Sem a aplicação de prioridades inteligentes, torna-se difícil dinamizar a autoevolução consciente em quaisquer condições. A falta de reflexões mais profundas sobre questões prioritárias à autoevolução não permite formar pontos de vista e opiniões seguras, tornando a pessoa mais suscetível à onda dos modismos em vigor e às inculcações, doutrinações ou lavagens cerebrais.

4    Para todas as dificuldades e tarefas impostas pela Escola da Vida, há uma ou mais de uma solução e há várias maneiras de executá-las. Uma delas é a prioritária e sempre a mais eficaz para se alcançar o êxito construtivo dentro da evolução consciencial.

5    Em todo contexto evolutivo, em qualquer atividade, em qualquer dimensão, a consciência se depara sempre com uma opção prioritária, mais inteligente, consensual e indiscutivelmente ideal — aquilo que é objeto de nossa mais alta aspiração de ordem prática. Temos de buscar essa opção, se queremos errar menos.
6    A vida no dia a dia é um constante sistema de escolhas interdependentes. Se você utiliza o Princípio da Priorização nessas escolhas cotidianas o resultado de suas ações será menos estresse e mais eficiência.
7    Praticar com frequência, sempre que possível, o Princípio da Priorização é se concentrar em um constante auto-aperfeiçoamento nas diversas áreas de sua vida. 

 

  A capacidade de priorização sobre o mais correto e eficiente chama-se DISCERNIMENTO — que é a capacidade (a) de compreender situações, de separar o certo do errado, o bem do mal, o bom do pernicioso; (b) de priorizar o mais correto e eficiente; (c) de distinguir o prioritário do secundário e (d) de diferençar o essencial do fundamental.

  Você sabia caro leitor/leitora que costumamos errar mais pela falta de discernimento do que pela falta de informação? É o aprimoramento do discernimento que determina o acerto ou erro de nossas ações e sua constante. O nível de discernimento aumenta com as experiências pessoais, demonstrado pela qualidade das ações e, principalmente, pelo resultado obtido. Isso nos permite concluir que o erro é sempre uma fonte valiosa de aprendizado.

  Quando bem aproveitado, o erro aumenta o autodomínio e a autoconfiança, além de nos fazer adquirir amadurecimento e sabedoria. Para caminhar na trajetória evolutiva é forçoso assumir riscos e só não erra quem nada realiza. Só erra quem se arrisca a fazer e o maior de todos os erros é jamais não arriscar. Os erro e deslizes devem ser encarados como experiências que não deram certo. Eles nos ensinam que não devemos mais tentar solucionar aquela lição de vida daquela forma.

  Definir as prioridades pessoais é determinar quem dirige sua vida. Rever e ajustar as prioridades, substituindo-as por outras mais inteligentes, se for o caso, não caracteriza desistência, insegurança ou inconstância, mas a busca de melhores e mais amplos resultados. É diferente de simplesmente desistir e retornar à condição anterior, uma perda de tempo precioso, esforço e energia, sem progressos mais significativos.

  Aprender a utilizar o Princípio da Priorização logo no início da caminhada rumo à
compreensão da vida, principalmente com relação aofator TEMPO,
é a opção ideal para se agilizar a autoevolução.

  Nunca tivemos a nossa disposição tanta fartura de recursos (no campo da informação, educação, comunicação, socialização etc.), oportunidades impares para empreender e prosperar economicamente e tantos contatos pessoais e grupais em espaço de tempo tão curto. A liberdade de expressão, de escolha e de pensamentos permite hoje viver em grande estilo de acordo com a cosmoética e sem comprometer nosso propósito de vida.

  No entanto, muitas pessoas insistem em desperdiçar essa magnífica oportunidade para realização dos seus objetivos magnos através da NÃO PRIORIZAÇÃO do fator TEMPOum dos bens mais preciosos que recebemos ao renascer neste planeta-escola-hospital. Uma analogia ilustrativa é a que relaciona o TEMPO e o mar. Assim, podemos navegar as ondas do tempo a esmo ou optar por conferir um destino ou um significado à jornada.

  A grande maioria dos brasileiros não sabe como usar efetivamente o tempo livre (a generalização aqui deve ser enfatizada). Muitos não se importam de ficar em filas quilométricas desnecessariamente e até tentam “matar o tempo”. Na verdade, estão tentando inconscientemente matar o tédio. Esta é a preocupação maior de quem assim age.

  Você sabia leitor/leitora, que dependendo de como utilizamos o nosso TEMPO e do nível
de lucidez que apresentamos podemos chegar à idade de 70 anos,

mas vivendo efetivamente apenas cerca de 4,7 anos?

  Em outras palavras, vamos adquirindo idade, porém não maturidade psicológica. A condição do envelhecimento físico não constitui, necessariamente, uma condição de maturidade psicológica. Vejamos como isso é possível. Eis 3 importantes conclusões já demonstradas pela psicologia social:

A.   60% do tempo das pessoas, em média, são esbanjados pensando em algo relativo ao passado: o que foram, o que fizeram, como outros indivíduos agiram com elas etc.;

B.   30% do tempo das pessoas, em média, são desperdiçados pensando em algo relativo ao futuro: o que farão, comerão, comprarão etc.;

C.   10% apenas do tempo das pessoas, em média, são aplicados no presente, no sentido de serem vivenciadas novas experiências pró-evolutivas.

  O seja, em A e B as pessoas estão com a atenção concentrada fora da realidade do “aqui e agora” (realidade íntima), não sabendo ou esquecendo de que o único tempo real é o agora, porque é quando podemos atuar e exercer nosso livre-arbítrio. Têm um nível de percepção do mundo abaixo do normal, mais baseado em "sonhos e desejos" de perfeição ou realização, em vez de apreciação realista de suas obrigações e potenciais.

  Devemos lembrar o passado para nos conhecermos melhor, evitarmos os mesmos erros e orientar com mais exatidão nosso caminho rumo ao futuro e à realização de nosso propósito de vida. Somente isso. Ficar remoendo o passado, ou imaginando, fantasiando e se preocupando com o futuro, independentemente de qual seja o motivo, é sempre péssima estratégia de vida e grande desperdício de tempo precioso. É não saber administrar o tempo.

  Nota importante: essas perdas de tempo podem ser desde aquelas mais simples como a preguiça mental, a desorganização, a procrastinação, até aquelas mais complexas como o vínculo a religiões, grupos acadêmicos que defendem pontos de vista preconceituosos (racistas, feministas, nacionalistas, corporativistas) e participação em atos terroristas.

Infantilismo Psicológico (IP)

Nunca atribua à malícia o que pode ser adequadamente explicado pela estupidez.
Nunca atribua à maldade o que pode ser adequadamente explicado pela burrice. 

  O IP não é uma psicopatologia (transtorno mental) como é o infantilismo, que consiste no desejo ou excitação do indivíduo ao ser tratado como criança. É um termo introduzido pelo psicólogo alemão W. Stern para expressar um dos diferentes campos de estudo em que ele dividia o infantilismo.

·    O IP não está relacionado a traumas ou conflitos de infância ou falta de afeto e atenção.

·    Não é também considerado uma anormalidade pelos especialistas, pois é parte integral do desenvolvimento do psiquismo humano.

·    Nada tem a ver com o famigerado coeficiente de inteligência (QI), que avalia o nível de capacidade intelectual da pessoa de acordo com um certo tipo de raciocínio.

  Trata-se de um comportamento perfeitamente evitável pelo esclarecimento e a educação, cuja compreensão varia de acordo com o entendimento e formação cultural daquele que o aplique.

Se ampliarmos as 3 conclusões acima (A, B e C), demonstradas pela psicologia, para
uma vida de 70 anos, o resultado obtido é motivo para séria reflexão sobre a importância

da PRIORIZAÇÃO e do uso do nosso precioso TEMPO:

1.   Dormimos em média 8 horas por dia, ou seja, ficamos diariamente cerca de 16 horas acordados, ou seja 66,6% do dia;

2.   Esse tempo acordado (16 h = 2/3 de 24 h) diariamente é equivalente a ficar 47 anos acordado (trabalhando, se alimentando, se divertindo, se preocupando etc.) numa vida de 70 anos;

3.    De acordo com a conclusão A da psicologia, 60% de 47 anos = 28,2 anos se preocupando com o passado;

4.    De acordo com a conclusão B da psicologia, 30% de 47 anos = 13,1 anos se inquietando com o futuro;

5.    De acordo com a conclusão C da psicologia, 10% de 47 anos = 4,7 anos apenas vivendo no presente.

  Assim, quem vive em conformidade com as deduções da psicologia social, tem probabilidade de se tornar um idoso de 70 anos com IMATURIDADE PSICOLÓGICA equivalente a uma criança do jardim de infância que demonstra comportamento “adulto”; e tão preparado para superar as adversidades impostas pela Escola da Vida quanto um cadete para lutar na linha de frente de uma batalha — o que caracteriza a condição de INFANTILISMO PSICOLÓGICO, tão comum nos dias atuais entre os membros da massa humana impensante. (sem que isto tenha algo a ver com a inteligência!).

  Atenção: para mais detalhes sobre o rebanho impensanteleia o artigo “Massa Humana Impensante” em Tópicos Recentes no link www. salvesequemsouber.com.br

  Imaturidade psicológica é sinônimo de imprudência, insensatez, mediocridade, viralatismo, estupidez, ato irrefletido e falta de bom senso, comportamentos generalizados e onipresente na nossa cultura de mediocridade. O amadurecimento psicológico equipa o indivíduo de resistência e da coragem de lutar contra os fatores negativos da existência, as ciladas do relacionamento social, a repressão sob todas as formas, as dificuldades do cotidiano, as habituais pressuposições e lavagens cerebrais.

  O infantilismo psicológico (IP) é a condição comportamental da pessoa adulta, homem ou mulher, assentada na infantilidade, ingenuidade, imaturidade e inexperiência. A mente dessa pessoa precisa de alegorias e parábolas como as que se contam para crianças para facilitar o entendimento.

   A razão pela qual incluímos este ensinamento neste artigo é para justificar a seguinte afirmação: o IP, na opinião do autor deste artigo, no sentido evidenciado acima, é uma condição comportamental, potencialmente perigosa no contesto atual da caótica sociedade brasileira, danosa para o sujeito e para outros em sua volta, trazendo prejuízos para suasaúde mental e segurança, impedindo sua independência e o reconhecimento do seu propósito de vida. A explicação para esta afirmação é simples de entender: 

   A personalidade infantilizada tem medo da maturidade porque esta implica muitas coisas, entre as quais, certo grau de independência e autonomia, capacidade de autodisciplina, certeza acerca de objetivos e valores, motivação para um nível de realização pessoal.  

  Quanto maior a MATURIDADE da consciência, menor será a submissão inconsciente
aos INSTINTOS e reações subumanas, tais como medo, raiva, cólera, obsessão,
agressividade, uso da força física, impulsividade, imprudência, egocentrismo etc.

   A larga infância psicológica (infantilismo psicológico) das pessoas é dos mais graves problemas na área do comportamento na Escola da Vida. As instituições religiosas, além de constituírem poderosa influência mesológica, encontram-se entre as maiores beneficiarias dessa fragilidade psicológica dos indivíduos. Eis 7 exemplos práticos relacionados ao comportamento desses indivíduos:

1 – No ambiente de trabalho lamentos e reclamações são os comportamentos mais frequentemente. Espalha rumores, faz birra e outras atitudes que não dizem respeito à idade biológica da pessoa. Como são incertos em relação a seus objetivos, muitas vezes se sentem desconfortáveis com colegas e pessoas confiantes e objetivas, o que pode causar depressão.

2 - Procura soluções milagrosas para os problemas pessoais e sociais. Esquece as razões profundas da corrupção, a falência múltipla do Estado, obsoleto, corporativo, ocupado por interesses espúrios, cuja ineficiência tem por maiores vítimas os pobres e indefesos. Costuma pensar nos sintomas, e não nas causas da doença.

3 – No dia a dia não desgruda do telefone celular até quando está fazendo sexo ou dormindo. Se existe mais de uma maneira de uma tarefa ser executada e alguma dessas maneiras resultar num desastre, certamente será a maneira escolhida por ele/ela para executá-la.

4 – Crê firmemente na História de Adão e Eva — que é péssima para interpretar a origem natural do homem. Mas ótima alegoria para explicar às crianças coisas como ambição, escrúpulos, limites e consequências.

5 – Numa discussão acalorada argumenta contrário ao evolucionismo questionando "Por que não tem macaco virando gente hoje em dia?", como se esse fosse um argumento "inteligente".

6 - Acredita na teoria dogmática que apresenta um “deus” criacionista que produz seres prontos e acabados, sem passado e sem futuro — que terão que submeter-se a um Juízo Final após a desativação do corpo físico.

7 – No ambiente social é acomodada perante a vida, apresentando uma tendência a se ver aquém do que realmente é capaz. Há uma baixa autoestima, às vezes autodepreciação (cospe na própria imagem) e medos diversos, o que impede a vivência no dia a dia, tão importante para a compreensão na Escola da Vida.

  A compreensão começa com o percebimento do falso como falso e do verdadeiro no falso. Perceber o falso no que dizem ser verdadeiro e o verdadeiro como verdadeiro, requer mais do que a leitura de livros; é mister uma mente não aprisionada por superstições, preconceitos e fanatismos de qualquer tipo. Requer vivência, pois a verdade aparece com o teste da experiência prática.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A pequenez ou grandeza de uma pessoa pode ser medida pelo grau de

responsabilidade que é capaz de exercer em sua própria vida,

em relação à vida dos outros e a tudo que existe no universo.

  É incontável as oportunidades e os engodos sociais que contribuem para desviar-nos dos nossos objetivos magnos, adicionados à falta de lucidez e de gerenciamento do tempo, à preguiça mental, acomodação, ingenuidade, falta de discernimento, egoísmo, ausência de autocrítica, má intenção e às inevitáveis cobranças sociais e culturais.

  A fartura de oportunidades, de conhecimento, de tecnologia, de liberdade de escolha pode gerar acomodação antievolutiva e confusão na vida da pessoa endinheirada ou imatura. Essa abundância de possibilidades de encaminhar a própria vida tende a levar muitos indivíduos ao estresse (quando não se sabe administrar o tempo e qual o propósito de vida, claro!).

  Um número cada vez maior de jovens está sendo afetado pelo estresse que, se mal administrado, pode evoluir para a insônia, depressão, síndrome do pânico e outros distúrbios mentais e até mesmo ao suicídio. O estresse tem se tornado um companheiro tão constante na vida dos adultos que de certa forma até nos acostumamos a ele, como se fosse natural à vida, o que não é verdade, pois ele acelera o processo de envelhecimento físico e mental.

  Obviamente, para dinamizar a autoevolução não basta ter organização; não é suficiente saber aproveitar cada minuto de nosso precioso tempo e não saber identificar as prioridades pessoais. É necessário saber o que se quer, saber o que fazer, saber quando fazer e ter disciplina e força de vontade para fazer. Esta é a regra obrigatória para execução satisfatória da nossa missão ou projeto de vida. A rigor caro ouvinte leitor/leitora, tudo é uma questão de “Salve-Se Quem Souber”!

  Por outro lado, a pessoa não precisa esperar até a meia-idade ou a fase da aposentadoria, período de maior maturidade psicológica e estabilidade econômica, para conhecer a si mesma, avaliar as prioridades e realizações pessoais e contribuir para transformar o país caótico que temos no Brasil que todos que queremos.

  No Brasil da atualidade (aonde a imaturidade, a incompetência e a dependência são as regras do sistema), as pessoas jovens psicologicamente maduras são bastante valorizadas. Isto ocorre em função de sua capacidade de priorizar soluções práticas, de antever situações problemáticas e atuar de modo espontâneo e preventivo, antecipando estas ocorrências. Em geral, apresentam maior dinamismo, extroversão, autoconfiança, capacidade de sociabilidade, liderança e produtividade.

Finalizando essa breve exposição, reflita sobre os seguintes questionamentos

usando máxima autocrítica. São 10 grupos dequestões elaboradas

de modo a permitir não somente uma autoanálise evolutiva, mas também

uma conscientização da própria realidade íntima, individual:

a)    Que tipo de mente você prioriza nos afazeres do cotidiano: a racional ou a intuitiva? Em sua opinião, os interesses que você prioriza no dia a dia dificultam ou não a realização dos seus objetivos?

b)   Você prioriza a ostentação ou o uso inteligente e inevitável do dinheiro, de modo a atingir a independência financeira o mais breve possível, conquista indispensável que assegura liberdade de ação e maior poder para realizar seus objetivos com relativa tranquilidade?

c)    Você concorda ou não, que é atestado de infantilismo psicológico gastar dinheiro que não temos, endividando-se, para comprar coisas que não precisamos, para impressionar pessoas estranhas ou que não temos afeição alguma?

d)   Qual o seu sonho de status pessoal: (1) tornar-se uma pessoa rica, (2) ser um incompetente indispensável trabalhando para o governo ou (3) tão só livrar-se da penúria para evoluir com relativa tranquilidade?

e)    Que prioridade você vem assumindo em sua vida: a de um profissional competente e atualizado ou a de um mero coletor de honorários?

f)     Em seus empreendimentos, você prioriza máquinas, bichos ou seres humanos sem distinção de raça, religião ou classe social?

g)   Você consegue ou não, priorizar o conhecimento prático, que pode ser imediatamente colocado em ação, de modo a melhorar a experiência de viver no dia a dia?

h)   Em sua busca por sucesso profissional, o que você prioriza: o imediatismo (tirar vantagem imediata, sem prestar atenção nos riscos da escolha) ou a estratégia mais eficaz (explorar condições favoráveis)?

i)     Que valor você dá (nenhum, pouco, muito) à priorização dos seguintes: alimentação sadia, status social, fama, sexo monogâmico, saúde física, família, profissão, lazer, acúmulo de dinheiro e a leitura de livros?

j)     Sua atividade profissional lhe traz satisfação íntima e é prioritária à evolução de sua consciência ou você a exerce simplesmente por motivos econômicos ou por esperar o reconhecimento dos outros?

  Exemplos de indivíduos que não pensam nos efeitos espúrios das priorizações de suas escolhas pessoais e profissionais: os envolvidos na fabricação e distribuição de armamentos, agrotóxicos, bebidas alcoólicas, entorpecentes, cigarros e outros produtos similares. Também se enquadram aqui os empresários e fabricantes que jamais se utilizam dos produtos que fabricam, que, na opinião deles, é só para os consumidores. O que acham “ótimo” para os outros, acham “péssimo e imprestável” para eles e suas famílias.

  MENSAGEM FINAL: Esse texto faz parte da contribuição de Dan Herman em prol do esclarecimento da Geração Muda Brasil. Aprovamos e publicamos comentários em que o leitor expressa suas opiniões de modo construtivo. Se você gostou desse artigo indique-o para outros de sua estima. Cadastre-se no nosso site e receba informação privilegiada de grande valor. Encontre-me no Facebook:  https://www.facebook.com/dan.herman.986 


  Dan Herman, o inconfundível e autor do revolucionário “De Paraíso Tropical a Inferno Latino americano”, é estudante e praticante da seguinte sabedoria ensinada e praticada por Peter Drucker, o pai da administração moderna: 

 Se você quer que algo seja feito, dê para alguém muito ocupado,

pois as pessoas ocupadas são melhores em "gestão de tempo”. 

  As lições desse guia de alta-ajuda cobrem a área pessoal como profissional e são simples o suficiente para qualquer um de nós escolarizado compreendê-lo e ser capaz de enriquecer nossas vidas ao mesmo tempo. Para mais detalhes acesse agora www.salvesequemsouber.com.br